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	<title>O Risco Sanitário Weblog</title>
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	<description>O risco em saúde é uma agressão à Vida.</description>
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		<title>O Risco Sanitário Weblog</title>
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		<title>Nota Pública sobre a Pandemia de Influenza A (H1N1) da ABRASCO</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 13:12:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ovigilantesanitario</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia de Interesse]]></category>

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		<description><![CDATA[A pandemia de Influenza A (H1N1), originada no  México em abril de 2009, vem preocupando autoridades de Saúde Pública de todo o  mundo. O Brasil, logo após a Organização Mundial da Saúde (OMS) notificar aos  países membros a ocorrência de casos humanos desta Gripe vem adotando todas as  medidas necessárias e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oriscosanitario.wordpress.com&blog=4528479&post=232&subd=oriscosanitario&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;">A pandemia de Influenza A (H1N1), originada no  México em abril de 2009, vem preocupando autoridades de Saúde Pública de todo o  mundo. O Brasil, logo após a Organização Mundial da Saúde (OMS) notificar aos  países membros a ocorrência de casos humanos desta Gripe vem adotando todas as  medidas necessárias e indicadas ao controle desta emergência de Saúde Pública.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;">Para tal instalou no <strong>Centro de  Informações Estratégicas e Respostas em Vigilância em Saúde (CIEVS)</strong> do  Ministério da Saúde um Gabinete Permanente composto por profissionais da área da  saúde que, diuturnamente, indicam e monitoram as ações que vêm sendo  desenvolvidas. Alerta nacional foi dado tendo as Secretarias Estaduais de Saúde  montado uma rede de vigilância ativa da doença que envolve centenas de  Secretarias Municipais de Saúde. Equipes de triagem foram imediatamente  implantadas em todos os aeroportos e portos internacionais e fronteiras  terrestres, com orientação para os viajantes procedentes das áreas afetadas e  pronto isolamento dos que apresentam sintomatologia compatível com esta Gripe.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;">Informações diárias vêm sendo  repassadas para a população por meio da mídia falada e escrita com  transparência, de forma clara, simples e didática, incluindo a evolução clínica  e epidemiológica dos casos suspeitos e confirmados, as recomendações indicada! s  para proteção da população e as ! medidas que estão sendo adotadas pelo país.  Dentre os cuidados indicados destacam-se: evitar contato direto com casos  suspeitos, prováveis ou confirmados, evitar aglomerações em áreas/países com  transmissão da doença e proceder à lavagem das mãos várias vezes ao dia. Além  disso, sempre está alertando para a população não utilizar medicamentos sem  orientação médica. Também foram divulgados telefones de contatos com a  vigilância epidemiológica, nacional, estadual e local, e os sites, onde as  informações estão sendo disponibilizadas (nacionais e internacionais). O  medicamento específico contra o vírus H1N1está sendo adquirido com recursos  públicos e distribuído para estados e municípios para ser utilizado de acordo  com a indicação do médico assis! tente de cada caso, garantindo que só seja  administrado quando de fato for necessário. Esta iniciativa visa garantir  medicamento  para todos os brasileiros que venham ser acometidos pela doença e  evitar que  o uso indevido e em larga escala do TAMIFLU seja responsável pelo  desenvolvimento de resistência do H1N1 a esta  droga, único  antiviral que a OMS  indica para  tratamento desta doença.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;">Toda a rede de serviços de saúde do país &#8211; pública (SUS), privada e  conveniada -  sob a orientação das equipes de dirigentes e técnicos do  Ministério da Saúde está envidando esforços para atender os casos com sinais  clínicos desta doença. As decisões e ações desenvolvidas estão sendo  fundamentadas no conhecimento científico vigente e nos res! ultados das análises  clínico-epidemiológi! cas dos dados, do Brasil e dos outros países afetados, que  vêm sendo gerados no curso desta Pandemia.<br />
</span><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;"><br />
Fato favorável à adoção das medidas pertinentes tem sido a  confiança e resposta dos brasileiros acometidos ou com suspeita da doença, que  vêm aderindo às normas de isolamento e ao tratamento específico quando assim  indicado.</span></p>
<p>Assim, de modo equilibrado as autoridades de saúde do Brasil  vêm cumprindo com responsabilidade e competência seu dever de contenção da  pandemia, divulgação e democratização das informações para evitar  pânico.</p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;">Todos os cuidados e ações  adotadas pelo setor saúde tem criado um clima de tranqüilidade e o uso racional,  sob firmes bases científicas, das estratégias e ! instrumentos disponíveis para  contenção da epidemia e atenção á saúde a quem necessita. Um dos resultados  deste trabalho, considerado altamente positivo pela OPAS/OMS e sociedades  científicas do país, é que o Brasil conseguiu retardar  a circulação autóctone  do vírus H1N1 no seu território por quase quatro meses. Quando esta se  estabeleceu, em função da pressão da intensa circulação nos países vizinhos, de  pronto divulgou e adequou as medidas necessárias a esta nova situação  epidemiológica.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;">Face ao exposto foi  grande a preocupação da ABRASCO ao tomar conhecimento das notícias recentemente  veiculadas que exibem matérias intempestivas e alarmistas, as quais, sem  base-técnico científica adequada, anunciaram que ! o país terá de 35 a 65  milhões de casos d! a Gripe a H1N1.  Este tipo de notícia traz conseqüências  desastrosas para a população brasileira, pois, ao criar pânico, incertezas e  inseguranças na sociedade prejudicam o trabalho dos profissionais e autoridades  e não contribuem para o controle da doença. Todavia, dificultam sobremaneira o  desenvolvimento de ações que efetivamente evitam casos, reduzem o tempo de  doença e salvam vidas. Ademais, estimulam a promulgação de exigências de  instâncias judiciais, as quais nem sempre se coadunam com reais indicações  técnicas e muitas vezes são dirigidas ao atendimento de “predições” sem  fundamento científico.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;">Neste sentido, a  ABRASCO consciente do seu papel enquanto sociedade científica em esclarecer e  divulgar opiniões e discussões que venham a contri! buir para a redução de  problemas de saúde que afetam nossa população, repudia veementemente atitudes  alarmistas sem fundamento técnico-científico e conclama a sociedade brasileira  para, com serenidade, continuar adotando as medidas preconizadas pelas  autoridades de Saúde Pública, nacionais e internacionais,  que comprovadamente  podem vir a reduzir a carga de doença oriunda desta pandemia.</span></p>
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		<title>ANVISA, SEBRAE E ABIPLA unidos no combate aos produtos de limpeza informais.</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 20:43:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ovigilantesanitario</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação e Promoção da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia de Interesse]]></category>
		<category><![CDATA[Risco Sanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Saneantes]]></category>

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		<description><![CDATA[A busca pela economia doméstica em tempos de crise 				pode agravar ainda mais a questão da clandestinidade dos 				produtos de limpeza, que oferece um grande risco à saúde 				da população. Esta realidade impulsionou a criação 				de um programa de mobilização em todo o País.
A ideia é mostrar a importância da adequação 				das empresas à legislação [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oriscosanitario.wordpress.com&blog=4528479&post=227&subd=oriscosanitario&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><em>A busca pela economia doméstica em tempos de crise 				pode agravar ainda mais a questão da clandestinidade dos 				produtos de limpeza, que oferece um grande risco à saúde 				da população. Esta realidade impulsionou a criação 				de um programa de mobilização em todo o País.</em></p>
<p>A ideia é mostrar a importância da adequação 				das empresas à legislação atual da Anvisa, 				introdução das boas práticas de fabricação, 				além do aumento da competitividade e lucratividade, 				garantindo uma concorrência leal no mercado, conforme 				explica Luiz Carlos Dutra, presidente da Abipla. “Acreditamos 				que a integração de esforços entre a Anvisa, 				o Sebrae, a Abipla e as Federações de Indústrias 				dos estados será mais um passo importante em benefício 				da saúde pública, por meio do acesso à 				informação”, define.</p>
<p>Conheça o inteiro teor do texto em :</p>
<p><strong>http://blog.visabr.net/</strong></p>
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		<item>
		<title>Plásticos constituem maior parte de lixo no mar, diz ONU no Dia Mundial dos Oceanos</title>
		<link>http://oriscosanitario.wordpress.com/2009/06/11/plasticos-constituem-maior-parte-de-lixo-no-mar-diz-onu/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 14:26:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ovigilantesanitario</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia de Interesse]]></category>
		<category><![CDATA[Risco Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[

Produtos plásticos &#8211; como garrafas, sacos, embalagens de comida, copos e talheres &#8211; formam a maior parte do lixo encontrado no oceano, segundo um relatório do Programa Ambiental da ONU (Unep, na sigla em inglês) publicado nesta segunda-feira para marcar o Dia Mundial dos Oceanos.
Em algumas regiões, esses produtos correspondem a 80% do lixo encontrado [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oriscosanitario.wordpress.com&blog=4528479&post=223&subd=oriscosanitario&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0         21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--></p>
<p><!--[if gte mso 10]&gt;--></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#666666;" lang="PT">Produtos plásticos &#8211; como garrafas, sacos, embalagens de comida, copos e talheres &#8211; formam a maior parte do lixo encontrado no oceano, segundo um relatório do Programa Ambiental da ONU (Unep, na sigla em inglês) publicado nesta segunda-feira para marcar o Dia Mundial dos Oceanos.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">Em algumas regiões, esses produtos correspondem a 80% do lixo encontrado no mar. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">O documento tenta mostrar aos governos de diferentes regiões ao redor de 12 dos principais mares quais os principais problemas, numa tentativa de apontar caminhos para a solução.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">Segundo a ONU, não há um número exato da quantidade de lixo boiando nos mares, porque os dados coletados são mais precisos em algumas regiões e menos precisos em outras, mas a Unep afirma que as evidências são de que a quantidade de lixo está aumentando.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">&#8220;O lixo marinho é sintomático de um problema maior: o desperdício e a persistente má administração dos recursos naturais. Os sacos plásticos, garrafas e outros lixos se acumulando nos oceanos e mares poderiam ser reduzidos drasticamente por uma política de redução de lixo, administração e iniciativas de reciclagem&#8221;, disse Achim Steiner, sub-secretário geral da ONU e diretor executivo da Unep.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">&#8220;Parte deste lixo, como os sacos plásticos finos que só podem ser usados uma vez e sufocam a vida marinha, deveriam ser proibidos, ou rapidamente tirados de circulação em todo lugar &#8211; não há mais como justificar a fabricação desses sacos em nenhum lugar.&#8221;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">&#8220;O lançamento de outros dejetos pode ser cortado aumentando a consciência do público e usando uma série de incentivos econômicos e mecanismos de mercado inteligentes que façam a balança pesar a favor da reciclagem, redução ou reutilização de produtos, em vez de jogá-los no mar&#8221;, disse Steiner.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">Plástico</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">Os compostos tóxicos do plástico podem ser encontrados nos organismos que o consomem, diz o relatório, afirmando que o produto pode ser confundido com comida por vários animais, inclusive mamíferos marítimos, pássaros, peixes e tartarugas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">As tartarugas marinhas, em particular, podem confundir sacolas plásticas boiando com águas-vivas, um de seus alimentos favoritos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">Uma pesquisa de cinco anos com fulmaros glaciais &#8211; um pássaro encontrado na região do Mar do Norte &#8211; concluiu que 95% desses pássaros continham plástico em seus estômagos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">Segundo o relatório, além de produtos plásticos, pontas e maços vazios de cigarro e de charuto estão entre os produtos mais encontrados nos oceanos, correspondendo a 40% do lixo encontrado no Mar Mediterrâneo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">O turismo também têm impacto significativo sobre o estado dos oceanos e costas em todo o mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">Em algumas áreas do Mediterrâneo, mais de 75% do lixo é produzido durante a temporada de verão, com forte presença de turistas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">Atividades costeiras correspondem a 58% do lixo encontrado no Mar Báltico e quase metade do lixo encontrado no mar na região do Japão e da Coreia do Sul. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">O relatório ainda conclui que a maior parte do lixo marinho vem de atividades baseadas em terra firme.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">Segundo o Unep, o problema do lixo marinho é particularmente grave na região dos mares do sudeste asiático &#8211; onde vivem 1,8 bilhão de pessoas, 60% delas nas áreas costeiras. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">Prejuízo </span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">A ONU também atribui o aumento da poluição ao crescimento econômico e urbano, além das atividades marítimas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">Além dos problemas de saúde e para a vida marítima, o lixo nos mares também provoca prejuízos econômicos, afirma o documento, com barcos e equipamentos de pesca danificados e contaminação de instalações para turismo e agricultura.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">O custo de limpeza das praias de Bohuslan, na costa oeste da Suécia, foi de pelo menos U$S 1.550.200, em apenas um ano. No Peru, a cidade de Ventanillas calculou que teria de investir cerca de US$ 400 mil por ano para limpar sua costa &#8211; o dobro do orçamento para a limpeza de todas as áreas públicas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:11.05pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;color:#333333;" lang="PT">A ONU ainda recomenda a imposição de altas multas para embarcações que jogarem lixo no mar e a suspensão de taxas para o processamento do lixo nos portos, para desestimular o despejo nos oceanos. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;" lang="PT"> </span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/oriscosanitario.wordpress.com/223/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/oriscosanitario.wordpress.com/223/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/oriscosanitario.wordpress.com/223/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/oriscosanitario.wordpress.com/223/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/oriscosanitario.wordpress.com/223/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/oriscosanitario.wordpress.com/223/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/oriscosanitario.wordpress.com/223/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/oriscosanitario.wordpress.com/223/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/oriscosanitario.wordpress.com/223/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/oriscosanitario.wordpress.com/223/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oriscosanitario.wordpress.com&blog=4528479&post=223&subd=oriscosanitario&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>CARTA ABERTA à MINISTRA DILMA ROUSSEFF por um Brasil livre de transgênicos</title>
		<link>http://oriscosanitario.wordpress.com/2009/06/06/carta-aberta-a-ministra-dilma-rousseff/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 12:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ovigilantesanitario</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia de Interesse]]></category>
		<category><![CDATA[Risco Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Risco Sanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilância Sanitária em alimentos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Caros(as) defensores da soberania e segurança alimentar e nutricional,
Face ao quadro de total descontrole da liberação dos transgênicos no
país que ameaça tanto os direitos dos agricultores familiares que
praticam uma agricultura de base agroecológica como o direitos dos(as)
consumidores(as), fazemos um apelo para a adesão de suas organizações
à carta da Campanha por um Brasil Livre de Transgênicos e da
Articulação [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oriscosanitario.wordpress.com&blog=4528479&post=218&subd=oriscosanitario&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0         21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">Caros(as) defensores da soberania e segurança alimentar e nutricional,</span></p>
<p>Face ao quadro de total descontrole da liberação dos transgênicos no<br />
país que ameaça tanto os direitos dos agricultores familiares que<br />
praticam uma agricultura de base agroecológica como o direitos dos(as)<br />
consumidores(as), fazemos um apelo para a adesão de suas organizações<br />
à carta da Campanha por um Brasil Livre de Transgênicos e da<br />
Articulação Nacional de Agroecologia dirigida à Ministra Dilma<br />
Roussef.</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0         21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--> <span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">Presidente do Conselho Nacional de Biossegurança</span></p>
<p>Senhora Ministra,</p>
<p>Ao apoiar a liberação dos transgênicos o governo Lula prometeu haver<br />
no Brasil espaço para todos os tipos de agricultura. Com esse<br />
compromisso público, reiterado em 2006 perante a comunidade<br />
internacional durante a abertura da COP 8 em Curitiba, o Presidente<br />
se comprometeu a garantir a “convivência pacífica” entre plantios<br />
convencionais, orgânicos, agroecológicos e transgênicos. A realidade,<br />
contudo, vem mostrando total desrespeito do governo Lula para com a<br />
existência de modelos de agricultura e para com o direito dos<br />
consumidores.</p>
<p>Os alertas referentes ao descontrole e às consequências que<br />
decorreriam da liberação dos transgênicos estão todos se confirmando.<br />
Soja, milho e algodão transgênicos entraram ilegalmente no país e o<br />
fato consumado pautou as decisões oficiais. O CNBS recebeu dossiê<br />
assinado pela Central de Associações da Agropecuária Familiar do<br />
Oeste do Paraná, em junho de 2007, contendo provas dos casos de<br />
contaminação da soja, mas não se manifestou e não agiu, prejudicando<br />
os agricultores contaminados que optaram por não produzir<br />
transgênicos &#8211; com o compromisso do presidente Lula ignorado.</p>
<p>A CTNBio liberou o milho transgênico sem antes definir normas de<br />
coexistência, entre outras. Mesmo sob a argumentação técnica do IBAMA<br />
em recurso ao CNBS sobre a contaminação inevitável, esse Conselho de<br />
Ministros referendou a decisão da CTNBio, furtando-se de sua função<br />
estabelecida pela Lei de Biossegurança de apreciar os recursos dos<br />
órgãos de registro e fiscalização. As contaminações estão<br />
acontecendo, a CTNBio segue liberando outras variedades de milho<br />
transgênico e o CNBS continua inerte.</p>
<p>No último dia 10 de maio, o Jornal Folha de São Paulo em matéria<br />
intitulada “O Brasil perde o controle dos transgênicos”, denunciou o<br />
descontrole verificado no campo e na cadeia alimentar com relação ao<br />
uso de sementes transgênicas. Os produtores afirmaram não haver<br />
fiscalização pelo Ministério da Agricultura. Não há rastreabilidade<br />
(identificação na nota fiscal que acompanha o OGM), nem segregação<br />
dos grãos ao longo da cadeia produtiva (separação das produções), e<br />
com isso a rotulagem de alimentos não se concretiza. A própria<br />
Comissão Técnica Nacional de Biossegurança afirmou que a lei de<br />
rotulagem não é plenamente respeitada. Esta foi apenas a primeira<br />
colheita de milho transgênico.</p>
<p>Paralelamente, as sementes convencionais de soja e milho estão<br />
sumindo do mercado e o governo Lula continua inerte e calado. Estaria<br />
à espera de mais um fato consumado?</p>
<p>Diante do exposto, as organizações abaixo-assinadas vêm a este<br />
Conselho solicitar a suspensão do plantio e da comercialização de<br />
sementes de milho transgênico até que estejam plenamente garantidas:</p>
<p>1) A oferta de sementes convencionais em quantidade e qualidade;</p>
<p>2) Medidas eficazes para evitar a contaminação das lavouras orgânicas<br />
e convencionais;</p>
<p>3) Definição das condições para a segregação dos grãos ao longo da<br />
cadeia produtiva;</p>
<p>4) A rastreabilidade e rotulagem dos alimentos conforme decreto<br />
4.680/03;</p>
<p>5) Rigorosa fiscalização dos órgãos competentes para honrar o<br />
compromisso assumido pelo Presidente Lula.</p>
<p>Estamos certos de que a adoção urgente dessas propostas é medida de<br />
defesa da agricultura brasileira e da segurança e soberania alimentar<br />
de nossa população.</p>
<p>Muito atenciosamente,<br />
<!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Agrotóxicos: autoridades trocam experiências sobre regulação.</title>
		<link>http://oriscosanitario.wordpress.com/2009/04/19/agrotoxicos-autoridades-trocam-experiencias-sobre-regulacao/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 19:59:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ovigilantesanitario</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia de Interesse]]></category>
		<category><![CDATA[Risco Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Risco Sanitário]]></category>

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		<description><![CDATA[O panorama regulatório na área de agrotóxicos no Brasil, na Alemanha e nos Estados Unidos foi tema, nesta segunda-feira (9), do primeiro dia do seminário internacional que reúne, no Rio de Janeiro (RJ), autoridades nacionais e internacionais. O seminário é voltado para o impacto que os inseticidas inibidores da colinesterase (organosforados e carbamatos) têm sobre [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oriscosanitario.wordpress.com&blog=4528479&post=216&subd=oriscosanitario&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:&quot;">O panorama regulatório na área de agrotóxicos no Brasil, na Alemanha e nos Estados Unidos foi tema, nesta segunda-feira (9), do primeiro dia do seminário internacional que reúne, no Rio de Janeiro (RJ), autoridades nacionais e internacionais. O seminário é voltado para o impacto que os inseticidas inibidores da colinesterase (organosforados e carbamatos) têm sobre a saúde da população. No Brasil, há 37 ingredientes ativos organofosforados registrados e 18 carbamatos.</span><span style="font-family:&quot;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:&quot;">Durante o encontro, os participantes também discutiram a reavaliação de agrotóxicos. O gerente geral de Toxicologia da Anvisa, Luiz Claudio Meirelles, mostrou aos participantes como é feita a regulação no Brasil. O registro desses produtos é feito pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), mas é necessário um parecer toxicológico da Anvisa para que o registro seja concedido.</span><span style="font-family:&quot;"></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:&quot;">O registro, porém, pode ser revisto a qualquer momento, desde que haja suspeita de carcinogenicidade, mutagenicidade, neurotoxicidade e desregulação endógena causada pelo produto, por exemplo. “A reavaliação também leva em consideração outros fatores, como decisões internacionais e alertas de organizações, além dos resultados do PARA e dados da Renaciat”, completa Luis Claudio. No momento, 13 substâncias estão sendo reavaliadas pela Anvisa.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:&quot;">Roland Solecki, representante do Instituto Federal de Avaliação de Risco da Alemanha (BfR), ressaltou que a Anvisa é organizada de forma semelhante ao órgão alemão. Segundo ele, essa troca de experiências é importante porque mesmo os países mais rígidos com agrotóxicos acabam consumindo alimentos provenientes de outras nações. “Não temos como impor limites para produtos que são importados”, afirmou. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:&quot;">O Brasil é o maior consumidor mundial de agrotóxicos: responde pelo uso de 86% dos produtos em toda a América Latina. Só em 2008, o mercado de agrotóxicos movimentou R$ 7 bilhões no país; mais do que o dobro do registrado em 2003. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:&quot;">PARA e Renaciat</span></strong><span style="font-family:&quot;"></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:&quot;">Dois programas coordenados pela Anvisa fornecem subsídios para a reavaliação de agrotóxicos no país. Um deles é o PARA, Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos, que avalia a presença de inseticidas nos alimentos à venda para a população. Atualmente o programa monitora os produtos de 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:&quot;">Outra fonte de informações é a Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (Renaciat). A rede é composta por 35 centros que funcionam 24 horas por dia, todos os dias da semana. Pelo telefone 0800 722 6001, é possível ter atendimento especializado em toxicologia e orientação diagnóstica e terapêutica. A Rede também registra e monitora os casos de intoxicação no país.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="font-family:&quot;font-style:normal;">Informações: Ascom/Assessoria de Imprensa da ANVISA </span></em><strong><span style="font-family:&quot;">Brasília, 10 de março de 2009</span></strong><strong><span style="font-size:7.5pt;font-family:Arial;"> &#8211; </span></strong><strong><span style="font-family:&quot;">15h35</span></strong><em><span style="font-family:&quot;"></span></em></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/oriscosanitario.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/oriscosanitario.wordpress.com/216/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/oriscosanitario.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/oriscosanitario.wordpress.com/216/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/oriscosanitario.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/oriscosanitario.wordpress.com/216/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/oriscosanitario.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/oriscosanitario.wordpress.com/216/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/oriscosanitario.wordpress.com/216/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/oriscosanitario.wordpress.com/216/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oriscosanitario.wordpress.com&blog=4528479&post=216&subd=oriscosanitario&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>HIV é centenário.</title>
		<link>http://oriscosanitario.wordpress.com/2009/02/15/hiv-e-centenario/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 22:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ovigilantesanitario</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação e Promoção da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia de Interesse]]></category>

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		<description><![CDATA[Agência FAPESP – Um estudo feito por um grupo internacional de pesquisadores indicou que a forma mais comum do vírus HIV começou a se espalhar entre humanos no período entre 1884 e 1924, e não durante a década de 1930, como havia sido relatado em estudos anteriores. A origem mais antiga do vírus coincide com [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oriscosanitario.wordpress.com&blog=4528479&post=214&subd=oriscosanitario&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Agência FAPESP – Um estudo feito por um grupo internacional de pesquisadores indicou que a forma mais comum do vírus HIV começou a se espalhar entre humanos no período entre 1884 e 1924, e não durante a década de 1930, como havia sido relatado em estudos anteriores. A origem mais antiga do vírus coincide com o estabelecimento de centros urbanos na África ocidental e central, região onde emergiu a epidemia desse tipo específico – o HIV-1 grupo M –, sugerindo que a urbanização e os comportamentos de alto risco a ela associados favoreceram a pandemia de HIV-Aids. A pesquisa foi publicada na edição desta quinta-feira (2/10) da revista Nature. O estudo, coordenado por Michael Worobey, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, foi financiado pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (Niaid, na sigla em inglês), parte dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos. Para chegar aos resultados, a equipe de cientistas de quatro continentes rastreou amostras de tecidos múltiplos e descobriu a segunda seqüência genética mais antiga do mundo do HIV-1 grupo M, que data de 1960. Os cientistas a utilizaram então, juntamente com dezenas de outras seqüências de HIV-1 previamente conhecidas, para construir árvores genealógicas plausíveis para esse subtipo viral. Os comprimentos dos ramos da árvore representavam os períodos de tempo em que os vírus divergiram geneticamente de seus ancestrais. A duração e o número dessas mutações genéticas permitiram que os cientistas calibrassem os prováveis intervalos de taxas em que as árvores genealógicas cresceram – o que corresponde provavelmente às taxas de evolução do HIV-1 grupo M. Com base nessas taxas, os cientistas projetaram retroativamente o período em que as árvores genealógicas provavelmente estavam em suas raízes: por volta da virada do século 20. Isso marca a provável data de origem do HIV-1 grupo M, segundo eles. Utilizando novas técnicas, os cientistas recuperaram os fragmentos do gene de HIV de 1960 a partir de uma biópsia de tecido de nódulo linfático de uma mulher de Kinshasa, na República Democrática do Congo. A seqüência genética mais antiga conhecida do HIV-1 grupo M, de 1959, foi retirada de uma amostra de sangue de um homem também de Kinshasa. A comparação entre a mesma região genética dos vírus de 1959 e 1960 forneceu evidências adicionais de que seu ancestral comum existia em 1900. A análise revelou que o grau de divergência genética entre essas duas seqüências de HIV levou mais de 40 anos para evoluir. De acordo com Worobey, o grupo conseguiu comparar, pela primeira vez, duas estirpes relativamente antigas de HIV. “Isso nos ajudou a calibrar a velocidade com que o vírus evoluiu e possibilitou algumas inferências robustas sobre quando ele passou para os humanos, com que velocidade a epidemia cresceu a partir daquela época e quais fatores permitiram que o vírus se tornasse um patógeno humano de sucesso”, afirmou. As pesquisas mostram que o HIV passou dos chimpanzés para humanos no sudeste dos Camarões. Worobey afirma que, a partir daí, a epidemia entre seres humanos esteve sempre correlacionada ao crescimento de centros urbanos nessa área, especialmente no Congo, na República Democrática do Congo, na República Centro Africana, no Gabão e na Guiné Equatorial. Por volta de 1960, um grande número de pessoas nessa região foi infectada com o HIV, o que se refletiu na considerável diversidade genética do vírus. “A partir daí, a epidemia se espalhou para diferentes partes do mundo. Em 1981, as pessoas começaram a perceber que algo preocupante estava acontecendo”, disse Worobey. O artigo Direct evidence of extensive diversity of HIV-1 in Kinshasa by 1960, de Michael Worobey e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em www.nature.com.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Anvisa e Ministério da Justiça no combate à pirataria para conscientizar dos riscos sanitários à população</title>
		<link>http://oriscosanitario.wordpress.com/2008/12/09/anvisa-e-ministerio-da-justica-no-combate-a-pirataria-para-conscientizar-dos-riscos-sanitarios-a-populacao/</link>
		<comments>http://oriscosanitario.wordpress.com/2008/12/09/anvisa-e-ministerio-da-justica-no-combate-a-pirataria-para-conscientizar-dos-riscos-sanitarios-a-populacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 20:47:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ovigilantesanitario</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ação de Vigilância Sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e Promoção da Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[O combate à pirataria de produtos sujeitos à vigilância sanitária ganhou um incentivo extra nesta quarta-feira (3). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) firmou um termo de cooperação com o Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), que irá dar mais agilidade às ações desenvolvidas pelas duas instituições.
“O documento formaliza a participação conjunta no [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oriscosanitario.wordpress.com&blog=4528479&post=212&subd=oriscosanitario&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="western" style="text-align:justify;margin:auto 0 0;"><span style="font-family:&quot;color:#e36c0a;font-size:14pt;">O combate à pirataria de produtos sujeitos à vigilância sanitária ganhou um incentivo extra nesta quarta-feira (3). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) firmou um termo de cooperação com o Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), que irá dar mais agilidade às ações desenvolvidas pelas duas instituições.</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;margin:auto 0 0;"><span style="font-family:&quot;color:#e36c0a;font-size:14pt;">“O documento formaliza a participação conjunta no combate à pirataria de produtos que afetam diretamente a saúde da população”, afirmou o diretor-presidente da Agência, Dirceu Raposo de Mello. O convênio prevê a assessoria técnica da Anvisa nas ações da Polícia Federal, em especial nas zonas de fronteira, nos crimes cibernéticos, laboratórios clandestinos e na falsificação ou adulteração de medicamentos, alimentos, cosméticos ou saneantes.</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;margin:auto 0 0;"><span style="font-family:&quot;color:#e36c0a;font-size:14pt;">Outra proposta é a realização de ações de prevenção e orientação sobre a importância do envolvimento de todos os setores no combate à pirataria, como estudos, debates, seminários e pesquisas. “O objetivo é trabalhar nas duas linhas: reprimir os crimes e conscientizar a população sobre os <strong>malefícios e</strong> <strong>riscos sanitários</strong> relacionados à falsificação dos produtos sujeitos à vigilância sanitária”, completou o secretário executivo do Ministério da Justiça e presidente do CNCP, Luiz Paulo Barreto. </span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;margin:auto 0 0;"><span style="font-family:&quot;color:#e36c0a;font-size:14pt;">Só em 2008, a Anvisa realizou sete operações em conjunto com a Polícia Federal para combate à falsificação. Na última delas (<strong>operação Sallus</strong>), no final de setembro, os fiscais apreenderam em Mato Grosso <strong>medicamentos</strong> <strong>falsificados</strong> para tratamento da disfunção erétil, como <strong>Viagra</strong> e <strong>Cialis</strong>, e o contrabandeado <strong>Pramil</strong>.</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;margin:auto 0 0;"><strong><span style="font-family:&quot;color:#e36c0a;font-size:14pt;">Informações: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa </span></strong></p>
<p class="western" style="text-align:justify;margin:auto 0 0;"><strong><span style="font-family:&quot;color:#e36c0a;font-size:14pt;">Brasília 4 de dezembro de 2008</span></strong></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Dia Nacional da Vigilância Sanitária 30 de novembro</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 23:52:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ovigilantesanitario</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia de Interesse]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilância Sanitária em Serviços de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilância Sanitária em alimentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Estabelecido na Conferência Nacional de Vigilância Sanitária &#8211; Brasília 2001 
Parabenizo a todos profissionais envolvidos nesta Missão social .
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="line-height:115%;color:#e36c0a;font-size:26pt;"><span style="font-family:Calibri;">Estabelecido na Conferência Nacional de Vigilância Sanitária &#8211; Brasília 2001 </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="line-height:115%;color:#e36c0a;font-size:26pt;"><span style="font-family:Calibri;">Parabenizo a todos profissionais envolvidos nesta Missão social .</span></span></strong><strong></strong></p>
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	</item>
		<item>
		<title>CATASTROFE NO RIO PARAÍBA DO SUL</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 12:52:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ovigilantesanitario</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia de Interesse]]></category>
		<category><![CDATA[Risco Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oriscosanitario.wordpress.com&blog=4528479&post=205&subd=oriscosanitario&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://oriscosanitario.wordpress.com/2008/11/27/catastrofe-no-rio-paraiba-do-sul/"><img src="http://img.youtube.com/vi/kunn1dNOfq0/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Vigilância Sanitária promove capacitação em Controle do Risco Sanitário em Serviços de Saúde com Internação</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 18:39:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ovigilantesanitario</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ação de Vigilância Sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia de Interesse]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilância Sanitária em Serviços de Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[            O Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo, através da Divisão Técnica de Serviços de Saúde (SERSA), realizou em Sorocaba, no período de 10 a 12 de novembro, a capacitação em Controle do Risco Sanitário em Serviços de Saúde com Internação, terceira de uma série organizada, coordenada e ministrada pelo Grupo Técnico Médico HHospitalar, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oriscosanitario.wordpress.com&blog=4528479&post=198&subd=oriscosanitario&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:normal;margin:0 0 12pt;" align="center"><span style="font-family:&quot;color:#e36c0a;font-size:12pt;"><span>            </span>O Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo, através da Divisão Técnica de Serviços de Saúde (SERSA), realizou em Sorocaba, no período de 10 a 12 de novembro, a <span>capacitação em <strong><em>Controle do Risco Sanitário em Serviços de</em></strong><em> <strong>Saúde com Internação</strong></em>, terceira de uma série organizada, coordenada e ministrada pelo Grupo Técnico </span>Médico H<span style="display:none;">H</span>ospitalar, da SERSA, para atender todo o Estado de São Paulo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal;margin:0;"><span style="font-family:&quot;color:black;font-size:12pt;"><span>            </span></span><span style="font-family:&quot;color:#e36c0a;font-size:12pt;">Com o objetivo de cumprir as metas estabelecidas no Plano de Ações de Vigilância Sanitária – quadriênio 2008 a 2011 e de acordo com a pactuação estabelecida entre Estado e Municípios para este período, a capacitação enfoca temas como inspeção sanitária em hospitais, na perspectiva de se avaliar área física, equipamentos e risco de infecção hospitalar. Algumas Unidades que integram o hospital são contempladas em particular, como serviço de nutrição, lavanderia, Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, centro cirúrgico, centro obstétrico e central de materiais. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal;text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-family:&quot;color:#e36c0a;font-size:12pt;">A finalidade é abordar o máximo possível de áreas críticas dentro dos hospitais e a proposta é capacitar profissionais das equipes das vigilâncias sanitárias regionais e municipais para inspecionar hospitais, avançando, assim, no processo de municipalização das ações de Vigilância Sanitária no Estado de São Paulo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal;margin:0;"><span style="font-family:&quot;color:#e36c0a;font-size:12pt;"><span>            </span>Em agosto foram capacitados técnicos da Capital e dos municípios Santo André, Mogi das Cruzes, Franco da Rocha, Osasco, São José dos Campos, Caraguatatuba, Taubaté e Guaratinguetá, em outubro, técnicos dos municípios da região de Araraquara, em novembro é a oportunidade para os técnicos dos municípios da região de região de Campinas e, em dezembro, técnicos dos municípios da região de região de Araçatuba, contemplando todo o Estado de São Paulo. </span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/oriscosanitario.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/oriscosanitario.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/oriscosanitario.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/oriscosanitario.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/oriscosanitario.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/oriscosanitario.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/oriscosanitario.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/oriscosanitario.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/oriscosanitario.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/oriscosanitario.wordpress.com/198/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oriscosanitario.wordpress.com&blog=4528479&post=198&subd=oriscosanitario&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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